Os conteúdos expostos nesta página não têm fins lucrativos. Tem como único objetivo defender a inocência de Michael Jackson.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

MÃE DE RYAN WHITE TAMBÉM DEFENDEU MICHAEL DAS ACUSAÇÕES EM 93

Jeanne White, mãe de Ryan White, o menino que morreu de AIDS no início de 1991, também defendeu Michael durante as acusações de 1993. Em uma declaração à imprensa disse que conheceu Jordan Chandler e que ele sempre se sentiu à vontade na convivência com Michael e não demonstrando medo algum dele.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

ABUSO DE PODER POLICIAL EM ENCINO, NEVERLAND E HOTEL MIRAGE DURANTE AS ACUSAÇÕES DE 93

 NEVERLAND E CENTURY CITY
Durante as acusações de 93, mais precisamente em 21 de agosto daquele ano, ocorreu o primeiro de uma série de ABUSOS DE PODER POLICIAL contra Michael. Nesta data foi expedido um mandado de busca em Neverland, que dava acesso a todos os aposentos do Rancho, incluindo o quarto de Michael, e também a um apartamento dele em Century City - Califórnia - em busca de provas.
Em Neverland, um serralheiro foi designado pelos policiais para descobrir a chave de um cofre. A operação demorou horas e a única "prova" que conseguiram encontrar foi um papel dentro de uma maleta preta com a combinação do cofre.
Os invasores apreenderam livros, vídeos, fotos, álbuns de recortes.
Foram tiradas fotos das dependências de Neverland, apreenderam agendas de endereços e telefones de contatos de Michael, que foram usados para interrogar mais de 30 crianças e seus familiares. TODOS ELES, SEM EXCEÇÃO, disseram não haver nada de inapropriado no relacionamento com Michael.
Dois dias depois, veio o mais duro golpe desse abuso de poder. Uma emissora de TV de Los Ângeles, veiculou a notícia de que havia ocorrido uma batida policial em Neverland. Segundo a notícia, Michael era suspeito de cometer um crime, o que, segundo eles, havia sido confirmado pela polícia. Os policiais, no entanto, não especificaram mais detalhes da busca.
Mediante isso, Antony Pellicano veio a público explicar que as acusações eram consequência de uma fracassada tentativa de extorquir dinheiro de Michael. Revelou que o pai do garoto Jordan Chandler - Evan Chandler - gostaria que Michael financiasse para ele alguns projetos de filmes, para que ele pudesse se tornar um roteirista em tempo integral. Quando seu pedido foi recusado, ele ameaçou tornar públicas acusações de abuso sexual contra seu filho.
No dia seguinte, 25 de agosto, notícias sensacionalistas chegam à primeira página de todos os tablóides britânicos.
O New York Post  extampou uma ridícula foto de Michael com a manchete: "Peter Pan ou pervertido?"
O departamento de polícia aproveitando-se da declaração de Pellicano, apressou-se em realizar uma coletiva de imprensa para dar detalhes sobre o caso. Disseram ter motivos para acreditar que Michael havia molestado um garoto de treze anos, causando um impacto na opinião pública.
Tais declarações policiais fizeram com que Los Ângeles fosse invadida pela imprensa mundial que queriam fazer suas próprias investigações sobre "o que Michael haveria feito a um menor".
Mediante isso, Antony Pellicano veio novamente a público ratificar que Michael havia sido vítima de uma frustrada tentativa de extorsão, que o fato estava investigando por ssua equipe há quatro meses e que havia sido feito a ele uma exigência de 20 milhões de dólares. Segundo ele, a chantagem foi categoricamente e persistentemente rejeitada.
Howard Weitzman, que havia sido contratado para a equipe de defesa de Michael, emitiu uma declaração de seu cliente.  Nela Michael afirma estar confiante de que as investigações de forma detalhada e justa, cujo resultado confirmará que não houve qualquer transgressão de sua parte e que pretendia seeguir com sua turnê mundial.
No dia seguinte Antony Pellicano trouxe a público dois amigos de Michael - Brett Barnes e Wade Robson - pensando que eles pudessem ser um apoio e, mais do que isso, uma prova de que Michael era inocente. Ambos disseram que não havia nada de mau na amizade deles com Michael.
Embora a intenção fosse a melhor, Michael não foi consultado para emitir um parecer do que achava da estratégia de levar os dois meninos à imprensa para defendê-lo e qual seria a melhor forma de se fazer isso.
Michael, que estava na Tailândia cumprindo sua agenda de shows da turnê Dangerous, não gostou da estratégia, pois achou que isso poderia piorar a situação.

BATIDA NO HOTEL MIRAGE DE LAS VEGAS
O Hotel Mirage, que Michael tinha por hábito hospedar-se, também foi "vistoriado" em busca de provas. Essa busca muito provavelmente foi indicada por June Chandler, mãe de Jordan, que conhecia até o proprietário do hotel, uma das regalias que teve através de Michael. Mas isso será abordado em outra postagem.  
  
RELATÓRIOS MÉDICOS E BATIDA EM ENCINO
Quando Michael estava no México com a turnê, em outubro de 93, falou-se em um mandado policial de busca corporal e os relatórios médicos de Michael foram solicitados a dois de seus médicos: Arnold Klein e Steven Hoefflin. Era uma forma de eles  se certificarem se Michael tinha ou não vitiligo.
Em 8 de novembro, a polícia fez uma batida na propriedade de Michael em Encino. Enquanto a família Jackson estava em Phoenix para o enterro do pai de Joseph, a polícia aproveitou a ocasião para inspecionar o local em busca de provas. Entraram na casa também com a ajuda de um serralheiro.
Os policiais apreenderam livros, revistas, fotos, fitas ávidos por uma prova que incriminasse Michael e cometeram o absurdo de apreender até medicamentos de sua mãe Katherine.
Nessa batida, tudo o que encontraram foi uma fita de vídeo de nome Chicks, achando que seria a prova valiosa que tanto queriam. Mas, ao assistirem o que achavam ser uma preciosidade, encontraram algo sobre pintinhos e aves.

Depois que o ACORDO DA EXTORSÃO foi sacramentado em janeiro de 94, Michael, em entrevista a Randy Taraborreli explicou o que sentiu com a invasão de sua privacidade:

"Imagine alguém mexendo nas suas coisas quando você está a milhares de quilômetros de distância. Eles levaram todo tipo de coisas, coisas bestas como vídeos de meus passeios a Disneylândia, fotos de aamigos, caixas e mais caixas de pertences pessoais. E diários. Imagine algum desconhecido lendo seus pensamentos mais íntimos, aquelas mãos imundas virando páginas confidenciais, pensamentos sobre a minha mãe, e o que sinto em relação a Deus. Foi cruel. E ainda não conseguimos recuperar boa parte daquilo. Me dá vontade de chorar quando penso nisso. Mas, dentre  todas  as minhas coisas pessoais, não havia nada para provar que eu fiz algo de errado. "

Comentário
No dia 27 de setembro do mesmo ano, Tonny Jackson, um primo muito próximo de Michael, morreu em um acidente automobilístico. Ele tinha 35 anos. Michael não pode ir ao seu funeral devido ao andamento de sua turnê, mas foi ele quem pagou todas as despesas.
Imagine você ir ao velório de um pai, um parente, seja lá quem for, e, ao voltar para casa, verificar que ela foi INVADIDA POR POLICIAIS, com a falsa justificativa de que procuram provas, mexeram, reviraram seus pertences pessoais e até medicamentos entram na "batida".
Imagine você longe de sua casa, viajando a trabalho, ficar sabendo que sua casa foi invadida.
Imagine você estar longe de casa, a trabalho, e, em meio a tantos problemas, perder dois parentes próximos sem estar lá para prestar suas homenagens e demonstrar seus sentimentos em relação ao ocorrido.
Embora a intenção fosse de ajudar Michael, a forma com que Brett Barnes e Wade Robson foram apresentados à opinião pública, não foi a mais adequada. Como Michael estava em turnê, ficava difícil encontrar um denominador comum ao tomar decisões. Isso foi gerando desentendimentos entre advogados, descontentamento em Michael pela maneira como o caso estava sendo conduzido.
Se Michael não estivesse em turnê, poderia ter conduzido melhor a situação e todas as decisões teriam passado por seu crivo, ele teria acompanhado diretamente o andamento de todo o caso.