Os conteúdos expostos nesta página não têm fins lucrativos. Tem como único objetivo defender a inocência de Michael Jackson.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

WADE ROBSON: "MICHAEL JACKSON MUDOU O MUNDO. ELE É UMA DAS PRINCIPAIS RAZÕES PARA EU ACREDITAR NA BONDADE PURA DA ESPÉCIE HUMANA."

Atualização de 11/05/2013

Esta postagem foi publicada em 23 de fevereiro de 2011 e importante lembrar que em 1993, o promotor Tom Sneddon procurou Wade Robson para tentar acusar Michael Jackson de pedofilia e NÃO OBTEVE SUCESSO.

O mesmo Wade Robson, JUNTAMENTE COM SUA MÃE, foi ao tribunal em 2005 defender Michael Jackson e declarar SOB JURAMENTO que NUNCA foi vítima de abuso infantil por Michael Jackson.

Agora, em 2013, vinte anos depois da primeira acusação de Michael Jackson, Wade Robson entrou com acusação contra Michael Jackson por abuso sexual.

Claro está que o motivo é o mesmo alegado por Evan Chandler, quando, sem nenhuma prova, acusou Michael de abusar sexualmente de seu filho: conseguir dinheiro.

É fato que ninguém, até hoje, foi capaz de produzir uma única prova de qualquer crime contra Michael Jackson, muito menos de abuso sexual.

E os relatos abaixo, do próprio Wade Robson, representam a VERDADE que ele contou sobre Michael Jackson, apagando a mentira absurda que agora ele tenta produzir contra Michael.

 
RESUMO DA HISTÓRIA DE WADE
Wade Robson nasceu em Brisbane - Austrália - e fez sua incursão no mundo do entretenimento aos cinco anos, atuando como um profissional da dança.
Ele e sua família mudaram-se para a América quando ele tinha nove anos para que ele impulsionasse sua carreira no ramo do entretenimento.
Antes de completar dez anos, ele já havia dançado e atuado em vídeos de Michael, vídeos, comerciais e tv shows.
Aos 12 anos, Wade decidiu que queria ensinar dança. Começou, então, no famoso Millennium Dance Complex, ao Norte de Hollywood. Não demorou muito, suas classes estavam lotadas, tornando-se a maior atração do local. Isso o levou ao seu primeiro trabalho profissional com coreografia para a MCA, tendo nessa época, apenas 14 anos de idade.
Wade desenvolveu o seu próprio estilo de dança juntamente com sua própria música.
Ao completar 16 anos, seu trabalho chamou a atenção de Britney Spears. Antes que ele esperasse, foi chamado para fazer a coreografia da turnê mundial da cantora em 1999.
Após experienciar o talento dele em primeira mão, Britney o convidou não somente para coreografar, mas também para escrever, dirigir, remixar a música, dirigir os segmentos de vídeo e co-desenhar os sets de suas performances em shows e turnês mundiais, incluindo o aclamado especial HBO "A Dream Within A Dream".
Isto o levou a fazer o mesmo trabalho com NSYNK, incluindo-se a Pop Odyssey World Tour.
Wade também coreografou o comercial da Pepsi com Britney Spears e vídeos de música com a cantora e com NSYNK.
O trabalho desenvolvido com ética e visão para os detalhes, presenteou a ele com oportunidades que fez com que chegasse ao topo em sua área de atuação.
Wade co-escreveu e produziu What It's Like To Be Me do álbum multi-platina de Britney e 4 músicas do álbum Celebrity multiplatina do NSYNC, incluindo o único Grammy, "Gone".
Isso lhe valeu um contrato de administração sem precedentes com a Universal Music Group. Desde então, ele passou a escrever e produzir músicas para artistas tais como Justin Guarini, Dream,  Backstreet Boys, James Ingram e Carly Simon. Wade também lançou um álbum de sua música de dança intitulado "Wade Robson Projeto Dance Beats, vol. 1." Wade ganhou um Emmy em 2007 por uma peça que coreografou para a Fox "So you think you can dance, intitulado Ramalama. Wade coreografou e protagonizou uma performance especial para "Dancing With The Stars", em 2007, que acabou por ser um dos episódios mais bem classificados da temporada. 
Wade e sua mulher Amanda desenvolveram um filme independente de dança, que ele dirigiu e coreografou. Wade também coreografou CIRQUE DU SOLEIL / Criss Angel Believe, cuja abertura aconteceu no Las Vegas Luxor em 2008. Ele também recebeu sua segunda indicação ao Emmy por "The Hummingbird & The Flower" por uma peça que ele coreografou para o "So You Think You Can Dance" em 2007. Wade está animado sobre o seu contínuo crescimento pessoal e criativo e apaixonado por introduzir os seus conhecimentos de música, coreografia, contar histórias, direção e perspectiva de vida para o estágio, vídeo, música comercial, e no cinema.

MEU MENTOR, MICHAEL JACKSON - POR WADE ROBSON
"Michael Jackson era meu Deus, mas ele se tornou sem dúvida, um amigo. Ele disse: 'Se dançar é o que você quer fazer, siga seu coração. Eu irei ajudá-lo.' "

"Eu costumava falar com Michael durante três horas por dia. Nunca descobri como ele conseguia arranjar tanto tempo, já que parecia tão ocupado, mas ele sempre me telefonava e nós conversávamos, conversávamos e conversávamos. Ele tinha um celular que usava para falar comigo e me mandar mensagens. Tudo isso fazia parte de uma amizade que durou mais de 20 anos.
Conheci o Michael quando ele estava começando a turnê Bad, em 1987. Eu tinha 5 anos nessa época, e a equipe de Michael organizou uma competição de dança em todos os países, então, eu decidi participar em Brisbane (*cidade australiana). Me lembro de dançar “Thriller” enquanto assistia ao clipe quando tinha apenas 2 anos de idade! A minha mãe tinha uma fita e, quando assisti, simplesmente enlouqueci! Eu costumava correr assustado para a cozinha toda vez que o lobisomem aparecia na tela. Quando eu fiz 3 anos, já tinha aprendido a coreografia inteira da música.
Eu acabei ganhando a competição de dança. Fomos ver um show do Michael em Brisbane e fui apresentado a ele no “meet and greet”. Me lembro de estar usando uma roupa personalizada de “Bad” – peguei o cinto da minha mãe e dei umas cinco voltas ao meu redor. Michael ficou impressionado e me perguntou se eu dançava. Eu respondi a ele que sim e então, ele me disse: 

'Você gostaria de dançar comigo no show de amanhã?'.

Eu não conseguia acreditar. Ele se referia ao grande show da noite seguinte, em Brisbane. Sua ideia era de que eu apareceria no palco para dançar Bad, a última música do show. Ele tinha trazido algumas crianças órfãs, por isso, achou que seria legal que eu também aparecesse no final da apresentação de Bad. No final da música, estávamos todos no palco, Stevie Wonder também estava lá, Michael veio até a mim e disse:


'Vamos lá!'.

Levei um tempo para entender que aquilo significava algo como “Dê o seu show!”. Então, corri para a frente do palco e joguei o meu chapéu pro público, que, imediatamente, começou a delirar! Quando me virei, Michael já estava dizendo adeus para a multidão, as outras crianças já haviam ido embora e Stevie Wonder estava sendo dirigido aos bastidores.
Quando percebi que Michael estava me chamando, saí correndo. Depois, minha mãe e eu passamos duas horas no hotel com Michael e nos tornamos seus amigos. Ele nos mostrou seus novos clipes para o filme Moonwalker e nós conversamos muito.
Nós realmente não pudemos manter contato após isso, mas eu entrei numa companhia de dança – literalmente, no dia seguinte ao show de Michael -, e, dois anos depois, eu fui aos Estados Unidos para conhecer a Disneylândia.

Entrei em contato com Michael através de pessoas de sua equipe, e ele se lembrou de mim! Eu e minha família fomos ao estúdio Record One, onde seu próximo álbum, Dangerous, estava sendo mixado. Mostrei a ele alguns dos meus vídeos de dança e ele me perguntou: 

'Você e a sua família gostariam de ir à Neverland essa noite?'. 

Claro que todos nós fomos de acordo e acabamos ficando no rancho por duas semanas.
Nossa amizade floresceu. Durante aqueles 14 dias, ele me levava ao seu estúdio de dança, colocava alguma música e nós dançávamos por horas! Nós costumávamos sentar lá e assistir a filmes como "As Tartarugas Ninjas". Uma vez, saímos de Neverland no carro de Michael, escutando música no último volume!
Ele ainda me ensinou a fazer o moonwalk. Nós estávamos em seu estúdio de dança, e Michael me mostrou passo por passo. Eu não conseguia dormir a noite toda… A emoção de deslizar para trás ao lado do cara que fez tornar esse passo famoso era indescritível!
Anos mais tarde, eu e minha mãe nos mudamos para os Estados Unidos para que eu conseguisse realizar o meu sonho de trabalhar com a dança, e Michael nos ajudou muito! Ele me deu a oportunidade de começar bem me colocando num de seus clipes mais famosos,
"Black Or White." O papel que ele assumiu comigo era de um verdadeiro mentor.
Quando eu tinha 7 anos, ele me disse que eu seria um diretor de cinema, e realmente foi isso que me tornei. Michael criou uma sede de conhecimento em mim. Certa vez, um mini estúdio de gravação apareceu na minha porta, mas o mais legal foi que Michael me impediu de me tornar uma criança mimada. Ele dizia:


'Isto é para você, mas eu quero ver você fazer algo com isso. Não pense que é um dado adquirido ou eu vou levar de volta'.
 

A última vez que o vi foi em julho de 2008. Eu estava em Las Vegas, trabalhando num programa e ele estava morando lá. Eu, minha esposa, Michael e seus três filhos fizemos um churrasco. Foi a coisa mais normal do mundo. Eu e minha esposa fomos à Whole Foods (* supermercado da cidade) e compramos coisas para cozinhar. Mas quando chegamos lá, ele já tinha improvisado tudo. Eu disse: “Cara, por que você trouxe tanta comida? Nós já temos o suficiente aqui”. Me lembro de ter cozinhado no lado de fora da casa, enquanto Michael estava sentado, embaixo de um guarda-chuva.
Tivemos grandes momentos, ele era uma pessoa tão carinhosa! Acima de tudo, sentirei falta dessas conversas pelo telefone. Eu ainda tenho o telefone que usávamos para conversar. Simplesmente não suporto a ideia de apagar aquelas mensagens…

Michael Jackson mudou o mundo – e, pessoalmente, a minha vida – para sempre. Ele é a razão pela qual eu danço, a razão pela qual eu faço música, e uma das principais razões para eu acreditar na bondade pura da espécie humana. Ele foi meu amigo por mais de 20 anos. Sua música, sua dança, suas palavras de inspiração e encorajamento e seu amor incondicional vão viver dentro de mim eternamente. Vou sentir muita saudade dele, mas sei que agora ele está em paz e encantando os céus com belas músicas e um moonwalk."

INFORMAÇÕES DO LIVRO "VISUAL DOCUMENTARY" - POR ADRIAN GRANT
Na primavera de 1990, Wade Robson, um garoto australiano de sete anos, voa da Austrália para os EUA, JUNTAMENTE COM SEUS PAIS, para estudar canto e dança com Michael Jackson.
Wade conheceu Michael aos 5 anos, quando ele venceu uma competição de dança.
A mãe de Wade - Joy - diz que seu filho aprendeu a dançar assistindo aos vídeos de Michael e que o considera o MODELO PERFEITO PARA SEU FILHO.

 
O vídeo abaixo é de 1993, quando Wade e sua mãe Joy defenderam Michael, dizendo que ele NUNCA fez nada de inapropriado.


E abaixo, vídeos de algumas performances de Wade Robson. 


 


quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

NAACP SEMPRE ACREDITOU NA INOCÊNCIA DE MICHAEL E LHE DEU APOIO


No dia 14 de dezembro de 1993, a KEZK-FM, estação de rádio de St Louis, Missouri, retirou a música de Michael de sua lista de reprodução. Uma porta-voz da rádio disse:

"Essa comunidade teve muitos problemas com crianças qu foram molestadas e assassinadas. Agora há um suspeito de assassinatos em série solto que matou crianças. Com a temporada de férias e a ênfase nas crianças nessa época do ano, queremos nos desassociar da imagem que rodeia Michael Jackson neste momento. "

De imediato, Gardfield Boon, presidente do NAACP (Associação Nacional para o Avanço das pessoas Negras) do distrito de St Louis, respondeu de forma imediata e à altura a ignorância radiofônica:

"Condenar Michael Jackson e sua música publicamente quando ele não é acusado de nenhum crime, cheira a um golpe de publicidade barato. Asociar o nome de Michael Jackson aos terríveis homicídios infantis que ocorreram recentemente em St Louis demonstra mau gosto e mau julgamento."

 A carta também chama a decisão da KEZK de "um ataque infundado a um grande artista negro com o propósito de aumentar o número de ouvintes. "

Em 20 de  dezembro, a NAACP ratifica seu apoio a Michael e, em uma entrevista coletiva, enaltece:

"O massacre promovido pela mídia em relação ao artista Michael Jackson e para chamar a atenção para como outros afro-americanos de poder econômico foram vítimas da imprensa."

Em 5 de jaeiro de 1994, Michael retribuiu e agradeceu o apoio reiterando sua total inocência nas acusações que estava passando e fez um discurso no vigésimo sexto Image Awards da NAACP, que foi apresentado em Pasadena.
A aparição de Michael foi surpresa,  para entregar um prêmio a Debbie Allen, por melhor coreografia.
O programa para o Image Awards da NAACP, continha um anúncio de DUAS PÁGINAS consistindo em uma foto de Michael com os dizeres:

"MICHAEL, EU TE AMO - Elizabeth"

Em seu discurso, Michael disse:

"Há décadas, a NAACP está à frente da luta por justiça uniforme sob a lei para todas as pessoas. Eles lutaram em refeitórios no sul, nos santificados salões da Corte Suprema e nas salas de reunião dos Estados Unidos por justiça, igualdade e a dignidade de toda a humanidade.
Membros da NAACP foram presos e até mortos na nobre busca daqueles ideais, sobre os quais nosso país foi fundado. Nenhum desses objetivos é mais significativo para mim neste momento da minha vida do que a noção de que QUALQUER UM É INOCENTE, E TOTALMENTE INOCENTE, ATÉ SER ACUSADO DE UM CRIME E, ENTÃO, CONDENADO POR UM JURI COMPOSTO POR SEUS IGUAIS.
Nunca realmente parei para pensar e compreender a importância desse ideal até agora, até me tornar vítima de falsas alegações e da vontade dos outros de acreditar e explorar o pior antes de terem a chance de ouvir a verdade.
NÃO SOU SÓ CONSIDERADO INOCENTE, EU SOU INOCENTE! E SEI QUE A VERDADE SERÁ A MINHA SALVAÇÃO.
Vocês estiveram lá para me apoiar quando outros não estavam e eu agradeço por isso.
Fui fortalecido na minha luta para provar a minha inocência pela minha fé em Deus e por saber que não estou lutando nesta batalha sozinho.
Juntos, chegaremos ao fim disso."

 Michael Jackson, em 5 de janeiro de 1994